Informe seu benefício ou salário líquido e as parcelas de consignado já ativas para estimar quanto da margem está comprometido e quanto resta — para aposentados e pensionistas do INSS e trabalhadores CLT.
Como o cálculo é feito
A calculadora usa dois números: a renda ou benefício líquido do mês e a soma das parcelas de consignado que já são descontadas. O perfil escolhido define os percentuais aplicados.
| Fatia | INSS | CLT |
|---|
| Empréstimo consignado | 35% | 35% |
| Cartão de crédito consignado | 5% | 5% |
| Cartão consignado de benefício | 5% | não se aplica |
São três contas, nesta ordem:
- Limite de empréstimo = renda líquida × percentual de empréstimo do perfil;
- Disponível = limite de empréstimo − parcelas de consignado já ativas (nunca abaixo de zero);
- Reservas de cartão = renda líquida × cada percentual de cartão, calculadas sobre a mesma renda.
O ponto que mais confunde: as fatias de cartão não disputam espaço com a fatia de empréstimo. São reservas separadas, previstas na norma. Por isso o total comprometível aparece maior que o limite de empréstimo sozinho.
Como interpretar o resultado
A margem consignável divide sua renda em fatias com destinos próprios: uma para empréstimos consignados e fatias menores reservadas aos cartões consignados. A calculadora mostra cada fatia e desconta as parcelas que você já paga — o que sobra é o teto para uma nova contratação, não uma recomendação de usá-lo.
Para entender de onde vêm os percentuais, como consultar sua margem oficial no Meu INSS ou na Carteira de Trabalho Digital e o que fazer quando a margem aparece “presa”, leia o guia completo de margem consignável. Se a fatia do cartão está ocupada por uma sigla RMC que você não reconhece, veja cartão de crédito consignado. E antes de usar a margem livre, simule o custo na calculadora de empréstimo.
O que esta calculadora não faz
O resultado é uma estimativa educativa. Ele mostra como a regra se aplica aos números que você digitou — não é consulta oficial, não é análise de crédito e não representa aprovação de nada.
- A base de cálculo pode ser diferente da que você informou. A norma fala em renda ou remuneração “disponível”, e o que entra nessa base — adicionais, descontos obrigatórios, pensão alimentícia — segue a regra do órgão ou do empregador. Uma base diferente muda todo o resultado;
- A conta desconta apenas parcelas de empréstimo. Se parte da sua fatia de cartão consignado já está ocupada, isso não é abatido aqui — as reservas de cartão aparecem cheias;
- Os percentuais mudam por lei e por norma. Os valores desta página foram verificados em 06/08/2026 e podem ter sido alterados depois;
- A margem que vale é a oficial. Quem decide o número real é a instituição, a partir do que consta nos sistemas do INSS ou do empregador.
Para conferir a margem oficial: aposentados e pensionistas usam o Extrato de Empréstimo no Meu INSS; quem tem carteira assinada consulta a Carteira de Trabalho Digital. Divergência entre o que aparece lá e o que um vendedor promete é motivo para parar a conversa.
De onde vêm os percentuais
- INSS — 35% para empréstimo, 5% para cartão de crédito consignado e 5% para cartão consignado de benefício, conforme a Lei nº 10.820/2003 e as normas do INSS;
- CLT — 35% de comprometimento da remuneração disponível no Crédito do Trabalhador, conforme a Lei nº 10.820/2003 com a redação dada pela Lei nº 15.179/2025.
Percentuais verificados em 06/08/2026. Regras de consignado mudam com frequência: confirme a vigente antes de assinar qualquer contrato.
Privacidade: a conta roda inteiramente no seu navegador. Nenhum valor digitado aqui é enviado para o portal, gravado em qualquer servidor ou incluído nas estatísticas de uso — e a ferramenta não pede CPF, cadastro nem dados de contato.